Você poderia ler minha fic?é só procurar por gotta be you no meu tumblr que lá vai estar o primeiro cap,obg,xx
dudesfive1d

Eu não tenho tempo para ler a fic toda :\ desculpe

MAS, eu li o primeiro capitulo e gostei então RECOMENDO AO POVO QUE VÁ LÁ PELO MENOS LER O PRIMEIRO CAPITULO TÁ BOM?

Lii

Segui! Adorei o tumblr !
apertaesc

Obrigada linda! Venha aqui sempre que quiser!

Lii

1s hot - Niall

Este imagine aqui foi escrito por mim, Lii, mas o pedido foi feito pelas leitoras do 1d-imagines-hot, então ele já foi postado lá e agora vou postar ele aqui também.

Niall POV

Merda, 1000 vezes merda, um milhão e meio de vezes merda.

(S/n) devia estar puta comigo, não como “Não estou nem aí mas vou fingir estar brava para ele me dar mimo”, não mesmo, ela devia estar mais como “deixa pensar qual vai ser o castigo. Greve de sexo? Greve de fala? Fuder com o primeiro homem bronzeado e musculado que encontrar?” Provavelmente tudo junto.

Meu dedo estava suspenso sobre o número dela, bastava um toque e o celular dela iria começar a tocar do outro lado do mundo.

-Niall, você precisa fazer soundcheck, tá todo mundo esperando você – Paul avisa e eu deixo meu celular carregando na tomada, (s/n) não irá ligar de qualquer das formas

Caminhei para o palco pelos longos corredores junto a Paul.

-Se passa alguma coisa? Você não parece bem

Suspirei pensando na burrada que tinha feito ontem.

-Esqueci do aniversário da (s/n), nem precisa de dizer que to fodido, eu sei que to

-Ainda bem que sabe – ele disse rindo do meu desespero

Vou despedir ele. Mentira, não vou nada.

Horas se passaram e finalmente ganhei coragem para ligar para ela.

Minha palma escorria com a transpiração, meus dedos tremiam e tudo isto só pelo nervosismo.

Um toque.

Dois toques.

Três toques.

Quatro toques.

Ela não vai atender.

-Niall? – meu coração deu um pulo mas aquela não era a voz da minha namorada.

-Niall? A (s/n) tá dormindo. Niall, você tá aí? – percebi ser a Clare, sua amiga

-Sim eu to

-Pronto, ela ta dormindo, com uma ressaca das grandes, ela bebeu até cair ontem por sua causa

-Eu imagino – disse triste

(s/n) nem gostava de bebida mas então bebeu, por minha causa, meu coração apertava só de saber que de alguma maneira lhe causei mal.

-Clare, me ajuda

-Ajudo? Você fez burrada, você que tem de se resolver com ela

-Clare colabore, nós dois sabemos que ela tá puta comigo, preciso da sua ajuda, eu to do outro lado do mundo e não posso ir para Londres do nada – disse tentando convencê-la e felizmente ao fim de algum tempo a tinha convencido a me ajudar com uma surpresa para (s/n).

Desliguei sabendo que teria de continuar tentando falar com ela, mesmo antes da tal surpresa, precisava pelo menos tentar, já que a probabilidade de ela atender ser mínima mesmo.

Antes de dormir liguei 9 vezes para ela e quando ia ligar pela décima recebi uma mensagem dela. Me sentei na cama antes de ler.

“Você sabe que não vou atender, sabe também que fez burrada e que não quero falar com você então vá se fuder e me deixe trabalhar Horan”

Lindo. Maravilhoso. Brilhante. Espantoso.

Só que não.

Balancei minha cabeça pensando em como amanha teria de ser perfeito ou (s/n) iria arrancar meu pinto para todo o mundo ver.

Respondi rápido sabendo que ela mesmo não querendo, iria ver seu celular.

“Já não sei quantas vezes enviei uma mensagem dizendo apenas “Desculpe”, sei que devia ter lembrado e que nada que diga irá você fazer entender o quão arrependido eu estou por não ter ligado para você ontem. Feliz aniversário atrasado. Saiba que a amo muito. Bom trabalho. Niall.”

Acordei empolgado e apreensivo ao mesmo tempo. Tudo tinha de correr na perfeição. E meu nervosismo foi aumentando com o decorrer do dia. No avião estava mais irrequieto que o normal e isso é bem perto duma pessoa ligada à corrente. Desci as escadas do avião e liguei para a Clare, ela me deu luz verde. (s/n) estava em Nova Iorque tal como eu, tinha ido a um meet dum cantor que ela gostava, tinha jantado num restaurante em que a conta já estava obviamente paga, tudo tinha sido planejado. Ela agora iria estar no Central Park com Clare, que iria embora assim que me visse.

Os minutos pareciam horas, os segundos pareciam minutos, tudo estava descontrolado, tudo estava fora do lugar, tudo sem encaixe. Isso era o que (s/n) causava em mim.

Assim que o carro parou corri para o local que combinei que elas estariam. Procurei, procurei e procurei e então a vi. Olhando para mim. Foi seu olhar que me chamou, foi o seu olhar que me fez procurar ela naquele exato lugar. Me aproximei devagar e ela estava estática olhando para mim, num misto de surpresa por me ver e tristeza. Queria apagar toda aquela tristeza em seu olhar, queria apenas a surpresa, queria apenas felicidade, queria ser perfeito para ela. Infelizmente não sou, continuo cometendo os mesmos erros, na esperança de ela entender que não consigo ser de outra forma, não é por mal, não é por ser com ela, apenas sou mau, horrível na verdade com datas, preciso ter lembrete no celular para lembrar do aniversário até de minha mãe.

Chego junto dela e a olho nos olhos mas não consigo ver nada em seus olhos sem ser tristeza. Tento me aproximar mas ela se afasta dando um passo para trás.

Não (s/n), não se afaste de mim, não me afaste.

-Foi você não foi? Tudo isto foi você…

-Fui, eu precisava ver você e não conseguia ir até Londres

Mesmo sem querer compreender eu sabia que no fundo, ela compreendia pois, sabia que meus horários eram apertados e que não conseguia voar até Londres.

Seu olhar era tão distante, merda, eu precisava fazer alguma coisa.

Me aproximei de novo e ela deu – de novo – um passo para trás, a agarrei sem ela querer.

-Me larga Horan – ela disse mas isso só me fez agarrar seu corpo junto do meu ainda mais. Enlacei completamente meu braços na sua cintura e meu queixo estava em seu pescoço, eu precisava ter ela junto a mim, mesmo que seus braços estivessem caídos do lado de seu corpo, não retribuindo meu abraço.

-Não fuja de mim (s/n), sei que errei com você, sei que nada desculpa eu não ter ligado para você desejando feliz aniversário, sei que sou todos os nomes que você me chamou na sua cabeça, sei que existem pessoas muito melhores que eu para você e que elas tão apenas esperando eu fazer burrada para darem em cima de você, sei que não mereço nem metade de tudo aquilo que você me deu e dá, mas eu sei que você me ama e você sabe que não fiz por mal, me perdoa (s/n).

Seus braços finalmente envolveram meu pescoço, retribuindo meu abraço.

-Você me paga Horan – ela disse e pela sua voz soube que estava chorando

-Não chora amor – disse desfazendo o abraço e limpando suas lágrimas que caiam uma a uma pela sua bochecha.

Acariciei seu rosto com minhas palmas nervosas e rocei seus lábios nos meus bem levemente, para depois juntar nossos lábios.

Um, duas, três vezes sem sucesso.

-Por favor – pedi crente – me beije debaixo de todas estas estrelas

-O céu não está estrelado – ela disse contendo o riso e mantendo seus lábios roçando nos meus

-Nova Iorque é um saco, vamos fugir para ver as estrelas?

-Agora? Só nós dois?

-Só nós dois – disse e a beijei a puxando para mim.

Seu corpo junto do meu de novo, minha palma no fundo de suas costas, minha outra palma em seu pescoço, suas mãos na minha nuca e ombros. Me puxando para si, sem medos, sem receios, sem querer se afastar. Me aceitando como eu sou. Me perdoando e me desejando.

A arrastei a custo para nosso hotel – já que a ideia de ser beijada no meio de Nova Iorque estava gradando um pouquinho demais a ela – e não foi preciso mais de dois segundos para a ter entre a cama macia e meu corpo ansiando pelo seu.

Não era minha cabeça debaixo pensando, era a de cima, incrivelmente era a de cima. Minha mente clamava por ela, por a ter junto a mim por esta noite, por a saborear por completo, por aproveitar cada momento pois mais semanas sem nos vermos se avistavam. Apenas a queria, só a ela, aqui e agora.

Beijei seu pescoço com carinho, aproveitando para sentir seu cheiro de cocô, beijei cada parte dele, beijei seu ouvido, sua mandibula, beijei sua testa, cada pequena célula foi beijada, beijei seus olhos, beijei suas bochechas, beijei seu nariz. Beijei então seus lábios, doces, macios, como uma nuvem de algodão doce saída da máquina, ainda ligeiramente quente e húmida. Passei minha língua sobre essa nuvem e saboreei cada pedaço daquele céu açucarado, cada recanto daquela boca tão conhecida por mim.

Fechei meus olhos aproveitando cada sensação que ela me conseguia proporcionar, cada toque delicado, cada gemido baixo, cada sorriso entre beijos. Toquei sua pele arrepiada com a ponta dos meus dedos, apenas testando a sua sensibilidade, sentindo o quão minha ela era, sentindo que a cada toque meu, ela correspondia como se apenas eu tivesse o poder de a fazer sentir bem.

Apoiei meu peso sobre meus joelhos e a ajeitei entre elas, então a puxei para cima e retirei com o maior cuidado seu casaco já aberto, beijando cada canto de sua pele recentemente descoberta, depois retirei sua camisola a vendo por fim de soutien na minha frente. Sua pele chamativa, um pano rendado apenas cobrindo seus seios, seu pescoço vermelho por minhas caricias, sua respiração irregular, seus olhos fechados. Meu paraíso bem diante de mim.

As mãos de (s/n) tocaram minha pele junto de meus jeans e começaram também, a retirar minha t-shirt, senti suas mãos passearem por minhas costas e então assim que a peça de roupa foi parar no chão, suas unhas foram de encontro à minha pele das costas, fazendo com que o primeiro gemido alto da noite se ouvisse nas paredes daquele quarto. A ideia de dor e de prazer junto me deixa mais excitado do que para a maioria das pessoas, (s/n) sabe como me deixar louco apenas me fazendo sentir prazer e dor ao mesmo tempo, isso é o suficiente para algo se inflar dentro de mim, para me deixar implorando por ela, completamente na sua mão. Para me deixar com pressa.

A beijei com desejo, lhe transmitindo todo o tesão que estava sentido por ela, fazendo ela saber que poderia ficar assim toda uma noite, implorando para ela me deixar a fazer minha.

-Ah Niall – ela gemeu no meu ouvido quando soltei seus lábios, a mordendo logo depois

Retirei seu soutien e massajei seus seios, para depois os puxar ou chupar, sempre alternando, sabendo que estava apenas tornando tudo mais tenso para ambos, seus gemidos no meu ouvido, meu mamilo rígido na minha língua, seu peito na minha palma, minha visão estava nublada e meu membro pedindo por espaço.

Parei o que estava fazendo e desci os beijos para sua barriga, chegando no cós da calça a retirei junto com suas botas e minhas próprias calças e ténis. –Olhe para mim – pedi me deitando sobre ela de novo, roçando nossas intimidades necessitadas.

Seus olhos nos meus, minha testa na sua, escorrendo gotas de transpiração de nossos corpos eu disse

-Eu amo você, por muita merda que eu faça, você sabe que eu amo você, que faria qualquer coisa para a fazer feliz certo?

-Certo – ela respondeu num sopro fechando de novo os olhos e puxando meus cabelos junto da nuca me fazendo beijá-la de novo e de novo.

Retirei minha mão que estava em sua cintura e fui baixando sua calcinha até ter de me ajoelhar para retirar até ao fim. Retirei então minha boxer e coloquei o preservativo. Me baixei apoiando um das mãos no colchão e subi pelo seu corpo beijando suas pernas, cochas, cintura e intimidade, beijando aquela zona com tanta paixão como se fossem seus lábios algodão doce, respirei seu sexo me inundando com seu cheiro e apertei seu clitóris sabendo que ela estava pronta depois de mais um gemido profundo.

Me posicionei em sua entrada e coloquei centímetro a centímetro, até à base, nos inundando de prazer acumulado.

Não fui capaz de conter tanto desejo e comecei a estucar fundo, não tão rápido, mas bem fundo, nos levando ao limite, ao extremo de prazer, ao precipício.

(s/n) continuava fustigando minhas costas que já deviam estar bem vermelhas, me apertando os músculos dos braços e enlaçando suas pernas me fazendo ir cada vez mais fundo, um milímetro que fosse.

Não aguentando mais, dei algumas estocadas mais rápidas e gozei, sem aviso prévio, sem conseguir dizer nada. Continuei estocando sentindo o orgasmo de (s/n) vir em ondas, me sugando, me apertando dentro dela num ritmo contante para então desfalecer em baixo de mim, tentando controlar sua respiração. Sai de dentro dela e retirei o preservativo o jogando no chão, puxei os lenções e a fiz se enroscar em meu corpo tão coberto de suor como o seu.

-Nosso quarto, nossas estrelas, só nós dois, tal como prometi a você – disse a vendo adormecer.

After all this years - capitulo 4

Caminhei até ao banheiro e vi (s/n) sem alguma cor no chão.

O que faria agora? (s/n) estava no chão daquele banheiro completamente imóvel, por momentos fiquei estático sem saber o que fazer. Com cautela me aproximei e levantei sua cabeça, a apoiando em meus joelhos.

-(s/n) por favor acorda – disse em uma prece mas de nada valeu

Algo dentro de mim me disse que nada disto era um bom pressagio. A deitei de novo e com um suspiro me levantei. Busquei meu celular e liguei para a ambulância.

-xx-

Existem várias etapas quando se espera em um hospital.

A primeira em que você anda feito barata tonta por toda a sala, gastando a sola dos seus sapatos e irritando todos aqueles que estão esperando tal como você.

A segunda em que você senta, dá uma olhada em seu celular e levanta de novo.

A terceira que é quando todo o mundo chega.

A quarta em que você se senta e o cansaço toma conta de você.

E a quinta que é quando você dorme.

Infelizmente ainda não tinha tido coragem de ir lá fora e fazer uma ligação para a mãe de (s/n) então eu estava na etapa 4 sem nunca ter passado pela etapa 3.

No entanto teria de ligar, meus 4 filhos estavam em sua casa e por esta hora eu e (s/n) deveríamos ir lá pegá-los. Algo que não iria acontecer tão cedo.

Me enchi de coragem e me apoiando na cadeira vazia do meu lado me levantei pressionando o número associado a “sogra” no meu celular.

-Harry – ela atendeu dura como sempre

-Senhora (ultimo nome da mesma) – disse cordial, ela nunca me deixou à vontade suficiente para a chamar pelo primeiro nome, algo que endoidece até à (s/n).

-Quanto tempo demora até vir buscar meus netos? – sua voz suavizou, ela podia não gostar de mim mas tratava meus filhos como as coisas mais preciosas de sua vida

Suspirei

-Não sei, surgiu um imprevisto, infelizmente me encontro no hospital, (s/n) está internada

-O que você fez com ela seu imbecil? – ela acusou alto e minha cabeça se queixou

-Nada, não é minha culpa senhora, eu a encontrei desmaiada no banheiro esta manha, chamei a ambulância e estou aqui esperando por informações

-Fique sabendo que se algo acontece à minha filha vou culpá-lo pelo resto da vida

-Eu sei – disse olhando para o ceu nublado – Apenas lhe peço que cuide dos meus filhos, não quero que eles venham para aqui

-Acha que ia fazer isso com as crianças? Por Deus! Vou falar com meu marido e ele vai para aí

-Claro – e desligou antes de lhe agradecer ou dizer qualquer outra coisa.

Me encostei à parede do hospital e apoiei a minha cabeça nela, batendo com um pouco de força e sentindo uma dor nada agradável.

Nunca entendi porque esta senhora me odeia tanto, acho que nem (s/n) entende, nem mesmo o pai de (s/n) entende. Lembro como se fosse hoje do dia em que (s/n) me apresentou a ela, dizendo que era seu namorado, naquele dia foi o único dia em que ela me dirigiu um sorriso verdadeiro. Naquele dia ela ainda não sabia quem eu era, um cantor, na altura duma boyband mundialmente famosa, rico, desejado por milhares de meninas. Desde o momento que ela soube disto mudou, piorou quando (s/n) se mudou para minha casa, e quando fui em tour umas semanas depois deixando (s/n) em minha/nossa casa ela me atacou com todas as forças. Dizendo que nunca iria saber cuidar da menina dela, que tinha criado (s/n) muito bem e que eu a iria destruir, que a iria mudar, que nunca iria dar a ela tudo o que ela precisava, porque dinheiro não é tudo e isso era a única coisa que eu tinha.

Lembro de (s/n) depois de meses de discussões com a mãe desabar em minha frente, chorando como nunca porque me amava mas que a sua mãe nunca me iria aceitar como genro.

Anos se passaram e pedi (s/n) em casamento, falando com seu pai primeiro claro, ele apenas me pediu para a fazer feliz e nada mais. Apertamos as mãos e eu sabia que tinha sua total aprovação. Sei que o dia do nosso casamento foi lindo, mas também sei que o olhar que a mãe de (s/n) lhe lançou antes dela dizer o sim a magoou mais que tudo nesta vida, ela sabia que estava casando com um homem que sua mãe nunca aceitaria. Mesmo assim ela casou comigo e acho que isso ainda me fez amá-la mais, se é que isso era sequer possível.

(S/n) não me culpa por a ter afastado da mãe, segunda ela, a mãe que as afastou e isso fazia uma festa em meu coração atormentado pela culpa, mas sabia que ela tinha pena que a mãe não me suporte, não me aceite como família, mesmo depois de todos estes anos.

Esfreguei a cara com minhas próprias mãos, fechando os olhos e respirando fundo.

Virei meu corpo em direcção à entrada do hospital e vi que estavam chamando a família da Sra. Styles, me apressei e me apresentei como seu marido. Um arrepio passou pela minha espinhas mas decidi ignorar. 

Happy 21st birthday, Niall James Horan!

This could be love - Capitulo 4

Onde estava a garota que tinha saído do seu pais sabendo que nenhum conto de fadas iria acontecer com ela? Que coisas deste tipo não acontecem a mim? Que não me iria apaixonar por ninguém rápido?

 Semanas depois

Era sábado, meu dia de folga e não podia estar mais feliz, aprendi a amar meu trabalho, mas folga é folga.

Podia estar com Afonso, não que tivéssemos alguma coisa realmente séria mas ele era um bom amigo – e algo mais – então hoje, na minha folga iria ter com ele.

Fui para o parque e ele está sentado num banco que nós chamamos de “nosso banco” apenas porque dizer que estávamos no parque não bastava para nos encontrarmos já que aquilo era enorme, então escolhemos um banco e sempre nos encontramos lá.

-Heyyyy, everything ok? – perguntei rindo já que não precisava de falar inglês com ele

-Sempre – ele disse rindo e logo me beijou

Me retrai com o susto mas depois correspondi, logo nos separamos.

-Desculpe, precisava mesmo deste beijo

-Tudo bem – disse

Afinal este não é nosso primeiro beijo, nem é a primeira vez que um de nós “precisa mesmo do beijo” e nenhum de nós se importava com o outro o beijando num de repente.

-Gelado?

-Não está calor – disse divertida

-Mas quero gelado

-Ok, você pega o resfriado sozinho – disse rindo e fomos buscar o tal gelado para no fundo ele me sujar toda e o pior é que nem o consegui sujar

Fui a uma pequena fonte e limpei o rosto com a água fresca que havia ali, caminhei para o baloiço onde ele estava sentado e lhe atirei com respingos de água.

-Senta aqui – ele disse apontando para seu colo, me parecia nervoso, diferente, não sei

-Tá de brincadeira né? Nós dois aí vai acabar em nós dois no chão

-Não confia em mim?

-Sabe que não – disse rindo mas me sentei em seu colo me agarrando em seu pescoço enquanto ele fazia força para o baloiço balançar.

Ao fim de um tempo tentando, conseguimos ganhar velocidade e agora a coisa estava mesmo perigosa.

-Afonso pare, é sério – disse fechando os olhos contra seu pescoço

Devagar ele foi parando e minhas borboletas na barriga da adrenalina desapareceram – graças a Deus – quando paramos sentamos mesmo ali no chão olhando para o céu, mais ninguém estava ali.

-(s/n)? – ele falou após um tempo

-Sim

-Preciso lhe contar uma coisa – ele disse ainda olhando para o céu tal como eu

-Conte

-E-eu quero que você saiba por mim em vez de, por outros meios – ele disse se apoiando num cotovelo e olhando para mim ainda deitada

-Outros meios, do que você está falando? – perguntei me apoiando em ambos os cotovelos, ficando assim mais próxima dele

-E-eu não sou quem você pensa, desculpe

-Como não?? – Se ele não tivesse tão sério ia jurar que tudo isto não passava de uma brincadeira

-Mesmo sem monarquia você sabe que Portugal tem rei certo?

O que isso tem a ver com nossa conversa anterior?

-Eu me mudei, não esqueci a história de Portugal – disse áspera

-Então, eu sou filho dele – ele disse solene e depois se deitou de novo olhando para o céu

-O QUÊ? COMO ASSIM AFONSO? VOCÊ TÁ DE BRINCADEIRA NÃO É MESMO? VOCÊ NÃO IA FAZER UMA MERDA DESTAS – explodi me levantando e ele fez o mesmo logo depois

-Porque você tá gritando desse jeito? Eu não fiz mal nenhum para você!

-Não se faça de idiota – disse num tom mais baixo que o anterior

-O que você quer (s/n)? só falta dizer que é dinheiro, esteja descansada que já estou habituado a pessoas que só me querem pelo dinheiro

Olhei desapontada para ele e o olhei nos olhos antes de falar

-Sabe o que eu não quero? Mentiras – disse e apenas tive tempo de ver sua cara de “fiz burrada” antes de virar costas e seguir meu caminho até casa.

Cheguei emburrada, muito emburrada, odiava mentiras, porque as pessoas não podem simplesmente dizer a verdade sempre?

Louis e Fizzy estavam no sofá com Ernest mas passei reto sentindo minhas costas queimar com seus olhares. Não queria ser falsa ao ponto de dizer “Boa tarde” sorrindo para eles, quando só me apetecia esmurrar cada pessoa que se atravessasse na minha frente. Fosse ela quem fosse.

Cheguei no meu quarto e bati com a porta com força, tenho certeza que toda a casa ouviu, a tranquei com a chave – algo que nunca faço – e levei minhas mãos em meus cabelos os puxando para trás com força.

Ahhhhhhhhh – contive um grito o mais que pude mas acabou por sair um espécie de sussurro enfurecido.

Sério, você nunca sabe com quem está lidando.

Você abre seu coração, sua mente, conta sua historia, seus problemas, partilha beijos, caricias, momentos engraçados e outros bem tristes.

Mas isso não significa nada, na realidade as pessoas não são aquilo que mostram, ou pelo menos Afonso não é.

Será que ele alguma vez foi verdadeiro comigo? Quando disse que quando estava comigo tudo se tornava mais fácil? Quando disse que se importava comigo? Que a minha mensagem no final da noite lhe trazia paz? Será que ele alguma vez sentiu alguma coisa nos beijos que partilhamos?

Chocalhei minha cabeça e respirei fundo. Impressionante como uma simples mentira pode nos colocar a duvidar de tudo o que se passou entre nós e essa pessoa no passado.

Um barulho na porta soa e logo depois alguém tenta abrir a mesma, obviamente sem sucesso algum.

-(s/n)?

Reconheço a voz de Louis e um pequeno sorriso se forma em meus lábios.

-(s/n) você está bem? Porque você fechou a porta?

Não respondo. Para responder iria ser grossa, então mais vale não responder mesmo.

Alcanço uma almofada e me agarro a ela. Desiludida com Afonso, desiludida comigo mesma por ter pensado que ele era meu amigo de verdade.

-(s/n)? – Louis chama de novo mas apenas ignoro e passado alguns segundos ele desiste, consigo ouvir seus passos nas escadas. Melhor assim.

1s Niall - Try

Ouvir com a música em repetição por favor: 
https://www.youtube.com/watch?v=GXoZLPSw8U8 

(S/n) Pov 

Aqui estava eu correndo meu kilometro extra me mantendo magra,para depois ir fazer unhas, encaracolar meu cabelo, vestir um bonito vestido preto, me mostrar sorridente o tempo todo.
Ou pelo menos tentar.

Niall entrou pela porta do ginásio bem devagar, quase sem fazer barulho, mas eu o notei sem esforço. Apenas senti que ele estava na mesma sala que eu.

Se direccionou a mim e se colocou em frente à passadeira rolante, olhando directamente em meus olhos castanhos.

-Você não precisa de tentar tanto

-Sim, eu preciso
Eu precisava que elas gostassem de mim

-Não, você não precisa, não tanto, não assim, quase deixando de ser quem você era.

Um silencio se apoderou da sala e dei por mim desligando a passadeira e me sentando sobre ela de pernas cruzadas. Niall veio até mim e se sentou na minha frente.

-Eu gostava de como você era.

Ele disse ao fim de longos segundos apenas ouvindo nossas respirações- minha mais rápida que a dele pois tinha acabado de sair da passadeira.

-Não é simples assim, namorar algum de vocês faz com que tenhamos de ser perfeitas - disse triste

-Você era perfeita para mim

O uso do passado nesta frase me entristeceu mais que na frase anterior.

-Sophia está sempre impecável, bonita, sorridente. Eleanor tem uma paciência e um sentido de humor único apenas compatível com Louis. Perrie é alguém que não tem medo de mostrar seus sentimentos, exactamente o contrário de Zayn, fazendo com que a relação deles seja tão especial.
E Harry, Harry ta esperando alguém que consiga suportar suas piadas sem graça e que seja tão carinhoso e ao mesmo tempo capaz de chutar muitas bundas, tal como ele. E eu? - perguntei a Niall o olhando nos olhos, minhas mãos já não eram distracção suficiente - eu não sou perfeita como você, então terei de tentar.

-Você era divertida, despreocupada, de sorriso fácil, sempre pronta para uma viagem inesperada ou para uma aventura louca. Você era o que eu precisava numa garota (s/n).

Ele já não precisa de mim, eu já não sou o tipo de garota que ele precisa, que o faz feliz.

-Anda dai, ainda temos um jantar para ir - ele disse se levantando e estendendo a mão na minha direcção.

A peguei e fizemos força para que me conseguisse levantar.

Fomos para nosso quarto e logo entrei no banheiro pensando em tudo o que se passou no ginásio e que ia na minha cabeça. Nada batia certo. Eu tinha de ser de certa maneira para ser aceita como a garota perfeita para o Niall mas parece que ele não me queria assim, ele preferia como eu era antes.

Me embrulhei nas toalhas e vi Niall sentado no seu lugar na cama.
Vi também que ele tinha escolhido uma roupa para mim. Roupa essa nada apropriada.

-Veste essa roupa por favor
-Niall…
-Por favor? - ele pediu em tom de suplica e eu concordei com a cabeça.

Vesti um conjunto simples preto, soutien liso e calcinha tanga em vez do normal fio dental.
Vesti umas calças largas floridas e um top azul escuro com um laço atrás.

Me dirigi ao banheiro e Niall meio que correu para junto de mim.
-Senta - ele disse apontando para um banco. Sentei.

Ai ele agarrou na minha escova e começou a me pentear calmamente. Me lembrando do início, de como ele cuidava de mim como se eu fosse o seu bem mais precioso. Pequenas lágrimas percorriam meu rosto, mesmo eu tentando conte-las a todo o custo. Não queria que Niall me visse tão vulnerável. Felizmente consigo.

Niall acabou de me pentear, os arrumou para eles ficarem mais soltos e colocou algumas madeixas para a frente.

-Sem maquilhagem hoje - ele declarou e eu nada disse, sentia que hoje não era um bom dia para o contrariar.

Niall então pegou na minha mão e nos dirigimos para o quarto. Me sentei na cama e Niall se colocou de joelhos para me colocar umas sapatilhas com um salto bem pequeno, pretas.

Pegou no meu celular que estava na mesinha de cabeceira, o colocou no bolso de trás de suas calças jeans e me fez levantar e olhar no grande espelho de nosso quarto.

-Você não tem de tentar fazer com que todo o mundo goste de você. Esta (s/n) é linda, é a garota que eu quero do meu lado pro resto da minha vida. É esta (s/n) que eu amo.

-Você não gosta desta (s/n)?

Respirei fundo e não contive mais as lágrimas, Niall apenas as limpou e continuou esperando minha resposta.

-Sim, eu gosto - disse e Niall me deu o sorriso mais sincero que recebi nos últimos meses. Me fazendo sorrir também.

Gosto porque, afinal, é esta (s/n) que o Niall gosta, que o faz feliz, que ele quer do seu lado pro resto da vida.

E acho que mais importante que isso, é assim, que eu quando estou sozinha em casa, sem ninguem ao redor gosto de mim. Então porque haveria de me importar tanto com que o que os outros pensam?

Hot Zayn – Bolinha mágica

Me sentei no sofá da minha sala olhando o celular enquanto esperava o senhor Malik, mulher normalmente se atrasa mas não eu e infelizmente ele ainda não se tinha habituado a isso. Nem era por mal, e ele nem se atrasava muito, máximo uns 20 minutos, mas parece que segundo ele “toda a mulher se atrasa, até minha mãe, me habituei a chegar um pouco atrasado para não ter de esperar tanto assim”, eu apenas ria e tentava o compreender.

Fui olhar algumas mensagens nossas e fiquei olhando para a da noite passada em que ele me mandou “Como já tenho sdds de vc se acabei de deixar vc em casa?”. Este tipo de coisa para Zayn é muito, nosso namoro era recente e era mais na base da diversão, eu gostava de estar com ele mas não sabia se isto era amor de verdade, e pelo que Zayn me dá a entender o mesmo se passa com ele. Gosta de estar comigo mas amar é algo muito forte, pelo menos para já.

Dou um pulo quando meu celular toca e vejo que era Zayn me avisando que chegou agora à rua de minha casa, olho pela janela e ele está estacionado em segunda fila, sorte a dele que não passa ninguém aqui.

Desci e logo entrei no carro.

-Olá linda – ele disse com um sorriso enorme e logo o beijei.

Sua boca na minha, seus lábios dançando com os meus, nossas línguas em sintonia, logo o ar estava demasiado quente e eu pulei no colo dele. Zayn colocou suas mãos grandes e quentes em minha cintura e a apertou me fazendo gemer fraco em seus lábios macios.

Eu queria ele demais, estes momentos estavam nos levando à loucura, eu queria isto, ele queria isto, sempre que nos víamos um fogo crescia dentro de nós mas então, nenhum de nós avançava.

Numa conversa de meias palavras e beijos no pescoço, chegamos à conclusão que eu não queria dar o primeiro passo porque ele me iria achar uma vadia e ele não daria o primeiro passo porque não queria me forçar, segundo ele pode esperar o tempo que for preciso.

Mas tudo isto me está deixando louca de tesão, não é como se fosse virgem e ele meu primeiro grande amor.

Zayn separou nosso beijo me dando um chupão no pescoço e respirou em meu pescoço me fazendo arrepiar.

Juntou nossas testas e tive a sensação que ele abriu seus olhos.

-Vamos? – perguntou ainda sem folego e abri meus olhos vendo os dele.

Vamos subir e nos entregar na minha cama?

-Vamos – disse me referindo em ir para a tal festa.

Voltei para meu assento no carro e puxei meu vestido para baixo.

Seria hoje, iriamos chegar na festa e falar um pouco com todo o mundo conhecido, mas então eu iria beber um pouco e dar a entender sem sombras de dúvida o que queria. Qualquer coisa amanhã acordava de “ressaca” e culpava a bebida.

Zayn deu partida e parecia que essa festa era a 200km de distancia pela tensão que se sentia no ar, mas na verdade era apenas a 3 quarteirões. Minhas mãos estavam demasiado irrequietas, queria tocar nele, queria sentir seu corpo junto do meu, sua pele junta com a minha mas nada disso aconteceu. Apenas um toque na minha mão quando ele abriu a porta para mim e me ajudou a sair de seu carro.

Algo pequeno, insignificante para algo tão grande e poderoso como aquilo que eu queria que tivesse acontecido.

-Vamos nos divertir (s/n) – ele disse colocando seu braço no fundo de minhas costas e me guiando para dentro da festa.

Logo encontramos alguns conhecidos e Zayn parecia falar normalmente com eles, já eu apenas dava respostas breves e pequenos sorrisos nervosos.

Na minha mente passaram cerca de 7 horas para que conseguíssemos um lugar para nos sentar e algum sossego, no relógio talvez uma hora no máximo.

Zayn estava me beijando com fervor e passando as mãos pelas minhas pernas nuas, estando em seu colo senti seu amigo se animar em baixo de mim mas desta vez não podia ceder, ele iria parar o beijo mais cedo ou mais tarde.

O afastei e me tive de controlar para não rir de sua cara de frustração.

-Vou pegar uma bebida, quer uma?

-Não – ele disse desnorteado e segui reto para o bar.

Minha mente gritava que isto aqui tinha sido uma vingança, ele sempre me deixava na mão, hoje eu o tinha deixado na mão também.

Talvez não por muito tempo mas tinha.

Cheguei no bar e conferi se ele me poderia ver, olhando para os lados cheguei à conclusão que não e então pedi.

-3 shots de tequila e uma vodka com limão.

Isto aqui iria me dar coragem sem fazer eu vomitar o jantar antes de colocar Zayn na minha cama.

O barman chegou com as bebidas, dei meu cartão para ele e comecei a beber meus shots com limão e sal um atras do outro. Quando ele chegou com o recibo peguei na vodka e andei de volta para Zayn, ainda sentindo o sabor do líquido na minha boca. Dei dois goles grandes na vodka, para apagar o sabor da tequila e sentei de novo no colo do meu namorado, lhe entregando o copo para ele dar também um gole.

Precisei me focar por uns segundos e decidi esperar algumas músicas, o álcool tinha de fazer algum efeito. Entre mim e Zayn logo acabamos o copo de vodka e então o puxei para a pista de dança.

A custo, muito custo – diga-se de passagem.

Zayn me beijou com o mesmo fervor de à pouco e retribui sem vergonha sentindo a coragem do álcool dar as caras. Nossos corpos estavam tão ligados, nossas mãos mais irrequietas que nunca. Puxei seus cabelos da nuca quando senti ser encostada a uma parede qualquer e arfei. Minha mão viajou para as suas calças e dei uma leve empurrada em seu membro fazendo Zayn urrar em meu ouvido.

-(s/n) – ele gemeu em meu ouvido tentando me chamar à razão.

-Podemos ir para minha casa logo? – perguntei sem vergonha

-Podemos – ele respondeu, me surpreendendo por completo

Zayn me arrastou para fora mais rápido que acreditava ser possível e logo o carro estava em movimento. O olhei com uma expressão nada pura e logo uma mão estava em minha coxa, descendo suavemente e afastei minha outra perna não tão subtilmente assim, estava ardendo por ele, não sabia como ainda não tinha entrado em combustão.

Seu dedo fez um caminho perigoso até meu clitóris necessitado e mordi meu lábio inferior para não gemer.

-Pode gemer, não tem ninguém aqui – ele disse num sussurro enquanto pressionava meu pontinho por cima da calcinha.

Zayn afastou a mesma e percorreu meus grandes lábios agilmente, para logo depois colocar a pontinha de seu dedo dentro de mim e então se afastar por completo.

Abri meus olhos – que estavam fechados desde que a sua mão tocou na minha coxa – para tentar reclamar com ele mas então vi que estávamos na porta de meu prédio.

Agradeci a Deus por meu piso ser o inferior e caminhamos apressadamente para dentro do edifício. Meti a chave à porta e o olhei nos olhos atirando minha mala para o chão e fechando a porta no processo.

Comecei a caminhar para trás em direção ao meu quarto, sempre o olhando e tive meu próprio show. Zayn tirou sua camisola sem nem piscar, depois retirou seus sapatos, parou por alguns segundos tirando as meias, desapertou seus jeans pretos e me agarrou com força nos parando aos dois.

Seu beijo era urgente e cheio de desejo, logo seus dedos encontraram o ziper do meu vestido e o puxou para baixo com facilidade, o retirando logo depois, segundos se passaram ate meus seios estarem livres do soutien e meus pés dos saltos agulha. Senti minhas costas baterem na porta do meu quarto e logo a abri enquanto mordia o lábio dele. Fechei a porta e Zayn me prensou na porta. Beijou meu queixo, minha mandibula, meu pescoço, raspou os lábios na orelha e seus dedos roçaram minha nuca agarrando meus cabelos soltos e os puxando para trás com alguma força.

-Eu vou vendar você – ele declarou agarrando um lenço solto que estava numa cadeira atras dele, costumava enrolar ele e usar como bandana mas parece que hoje ele teria outro uso.

-Você gosta de coisas diferentes? – perguntei e ele riu dando um nó atras de minha cabeça com o tecido.

-Apenas hoje, você já vai perceber.

Eu já tinha visto o corpo dele, bem não todo, mas ele não estava com medo de o achar pequeno ou algo do tipo e desistir estando quase lá pois não? Isso era bem absurdo.

Seus lábios tocaram meu pescoço e desceram pelo meu colo, logo chegando à zona de separação dos seios, sua língua chupou meu mamilo direito com força me fazendo gemer alto e logo depois gemi de novo quando Zayn puxou o a ponta de seus dedos meu mamilo esquerdo a pedir por atenção.

Seus lábios desceram mais um pouco e sua mão direita me pressionava na porta, enquanto que a esquerda tocava no interior de minhas coxas.

Tentei ver alguma coisa pelo tecido da bandana mas era impossível, ele a tinha apertado bem. Nunca iria conseguir ver nada.

Minha calcinha foi retirada vagarosamente e sinceramente não sabia quanto tempo mais iria aguentar esta calmaria toda dele. Eu o queria dentro de mim, já, agora, imediatamente. Não queria romance, nem carinho. Queria foder, duro. Matar toda a tensão sexual acumulada entre nós.

Zayn agarrou com força minha cintura e disse:

-Salta – saltei e prendi seu corpo no meu com os calcanhares, consegui perceber que ele ainda estava de boxers. Queria sentir sem membro em minha entrada, queria sentir… qualquer coisa.

Minhas costas estavam na cama e nos ajeitamos um pouco para ficarmos no meio da mesma, ou pelo menos eu acho, já que não conseguia ver nada.

Zayn me roubou um beijo quente e desesperado e então senti a cabecinha de seu membro roçar em minha entrada.

Minha vontade era gritar de prazer mas meus vizinhos não iriam gostar então gemi alto e puxei Zayn tentando abafar o som que saia pela minha garganta no seu ombro. Na realidade não estava resultando.

-Por favor – sussurrei desesperada por mais contacto e o senti entrar em mim, precisa e lentamente.

-Shiu – ele disse e se movimentou mais um pouco. Nem me dando tempo de processar o ocorrido.

Meu corpo estava maluco, ou não? Eu senti, senti algo duro dentro de mim, e não era Zayn. Movi meus quadris e logo ele começou a fazer um pequeno vai e vem nunca saindo por completo de dentro de mim.

Eu sentia uma pequena bolinha passeando pela parede superior da minha vagina, mas que porra era aquela? Seus movimentos aumentaram de velocidade e senti que ele estava gozando mas eu não estava nem lá perto.

Minha mente perguntava “que porra é esta?” em vez de estar focada no prazer.

-Aguenta mais um pouco – disse entre respirações

Zayn, então, num suspiro, se retirou completamente de dentro de mim e voltou a entrar. Gritei. Alto. Como nunca antes.

Aquilo ali era um piercing e estava passando pelo meu ponto doce, eu preciso daquilo, de novo.

-Assim, de novo – disse pedindo por mais.

Ele voltou a sair por completo dentro de mim e a bola passou de novo pelo ponto, quando ele entrou passou de novo, meus gritos podiam ser ouvidos, meus dentes estavam no ombro de Zayn e minhas unhas marcavam os braços dele sem dó. De novo, e de novo, e de novo, o prazer era incontrolável e os movimentos cada vez mais rápidos me estavam a deixar mais excitada que nunca, estava à beira do precipício e bastava algo para cair sem medos.

Um jacto quente e espeço atingiu meu interior e tudo desmoronou, meus pés se contraíram, minhas pernas ficaram tensas, meu coração bateu mais rápido, minha garganta fechou para então lançar um gemido alto no ombro de Zayn e meu interior sugou cada gota de sémen que podia haver dentro de Zayn. Ondas de prazer me atingiam sem fim e quando Zayn retirou seu membro de dentro de mim, a bolinha passou pelo meu ponto doce de novo me deixando uma recordação de que ela estava lá sim.

Meu corpo parecia gelatina e minha respiração estava tão acelerada, que quem visse pensava que tinha corrido por 2 dias seguidos.

Os dedos de Zayn acariciaram minha pele da testa e então o lenço foi retirado, pisquei várias vezes me acostumando com a luz – ainda que pouca e vi seu maravilhoso sorriso, um sorriso vitorioso em seu rosto. Dei uma pequena risada e logo o puxei para mim o beijando mais calmamente. Ainda não tinha forças para mais.

Senti os lençóis serem puxados e meu corpo acordou. Meu corpo podia estar feito gelatina mas eu precisava ver com meus próprios olhos.

-Nem pense nisso Malik – disse nos virando, fazendo ele ficar deitado e me sentei em seus joelhos

Então eu vi. Uma pequena bolinha de metal no fim da cabecinha do membro de meu namorado, colocado bem na pele fina do prepúcio.

Aquela bolinha era mágica.

POSTEI! ALELUIA NÃO É MESMO? KKKK NÃO ME MATEM POR FAVOR. Tenho capitulos adientados então acho que não vão ficar sem postagem tão cedo eeeeee eu escrevi dois extras, um hot com o zayn e um cute com o Niall. Venham na ask falar o que acharam ok? (Isto aqui é quase uma ordem tá?) Beijo. Lii

Insanity - Capitulo 4

Minhas mãos viajaram sem permissão para meu membro e pela segunda vez no dia de hoje me masturbei pensando nela.

 -(s/n) chega em 5 minutos, ela diz que está agora a sair de casa – Julian disse no dia seguinte quando já estávamos no estúdio esperando (s/n)

Meu coração palpitava – para ser sincero não era só ele que palpitava no momento – nem sabia explicar porque e apenas isso me deixava nervoso.

-Se controle hoje ein? – Harry zombou e rolei os olhos indo me sentar de novo

-Olá olá olá, desculpem o atraso – ela disse sorrindo gloriosamente

-Sem problema, vem mais bem disposta hoje ein? – Julian perguntou

-É – ela disse corando

-Oh isso aí é um chupão?

Chupão? Mas ela não tava com problemas com o namorado? Ela dormiu com ele? Ele tocou nela como eu toquei no meu sonho? Meu estomago revirou por momentos pensando apenas na possibilidade.

-Caluda, vim trabalhar não é mesmo? Se for para falar da minha noite prefiro ir liberar energia com a equipe de coreógrafos

Reparei então na sua roupa, umas calças largas floridas e um top justo azul escuro que ia até ao seu umbigo, nos seus pés estavam uns saltos não tão altos que acredito que iam ser trocados por uns ténis.

-Você faz coreografia para os seus shows? – Niall se mostra interessado

-Faço sim, neste álbum tenho imensas músicas com coreografia e dançarinos em palco comigo

-Quero ver isso depois

-Vá no meu show

-Acredite que vou – ele sorri para mim me provocando e lhe lanço um olhar nada simpático.

Troco umas palavras nada simpáticas com Niall apenas mexendo os lábios e quando dou por mim (s/n) já está super animada falando com Harry sobre a música que ele escreveu.

Eu também devia ter escrito alguma coisa ontem no entanto, minha mente estava por todo o lugar, na verdade, ele estava num lugar, numa pessoa, num corpo. Nela.

E não, não conseguiria escrever alguma coisa sobre ela, seria demasiado obvio, demasiado confuso, demasiado sexual, demasiado tudo. Tal como os meus sentimentos por ela no momento. Eles são demasiado tudo e nenhum deles faz qualquer sentido.

-Não podemos adicionar outro conjunto de acordes no início antes de vocês começarem a cantar e assim eu começava a música?

-Claro – Julian respondeu e decidi me aproximar com Niall

Menos de uma hora se passou até termos a música completa

(s/n) começava a música sussurrando:

“Oh o oh oh o oh

Oh yeah oh yeah yeah

So tell me why you cant live with me

Tell (s/n) (s/s) why

Oh o oh oh o oh”

Depois nós cantávamos uma parte da música falando de como as mulheres nos deixavam desorientados, de como elas um furacão nas nossas vidas, nos deixando sem chão, sem saber o que fazer. Antes do refrão (s/n) entrava cantando.

“I am a hurricane

A eye of an hurricane

Oh o oh o oh

Tell me you don’t want me

Tell me you don’t need me”

De seguida era o refrão que ela também cantava com a gente e depois ela de novo cantando:

“I am a hurricane

A eye of an hurricane

Oh o oh o oh

Tell me you don’t want me

Tell me you don’t need me

Oh o oh o

I am the one who turn you on

I am the one who talk dirty to you

So stop complain

I am an hurricane

Yes I am

Oh o oh oh o oh”

E depois o resto da nossa parte da música sem (s/n).Agora era esperar por Simon pois ele estava ansioso para escutar nossa parceria.

Tenho certeza que isto me vai matar aos poucos.

(S/N) POV

Todos esperando por Simon, cada um viajou para o seu próprio mundinho.

Julian tava compondo com Harry e Zayn, Louis estava no celular falando com a namorada, Liam e Niall estavam sussurrando e por estranho que pareça parecia que estavam falando de mim pela quantidade de vezes que olhavam para mim. E eu estava mexendo no celular, indo ao twitter dizer que tinha uma surpresa mas não revelando nada nos tweets que respondia às minhas fans. Não seguia ninguém, não dava rt em ninguém, não “curtia” coisa nenhuma mas falava o máximo possível com elas. Sem minhas/meus fãs minha vida de artista acabava. Pedi aos meninos para tirarem uma fotografia comigo e de noite iria postar a foto dizendo que nos tínhamos encontrado em estúdio.

-Aqui estou eu – Ouvi Simon dizer alto assim que a porta se fechou

Todos o cumprimentamos e Julian logo tratou de colocar a música a tocar. 3 minutos e 28 segundos depois Simon tinha um grande sorriso na cara.

-Isto é um hit, por mim merece entrado no álbum, clip e digressão.

-Digressão? – Pergunto um pouco mais alto do que deveria

-Sim, você iria em digressão com eles, assim iria cantar esta música, é um desperdício eles cantarem apenas a parte deles ou colocarem o áudio da sua parte a tocar quando for a sua vez de cantar.

Acho que todos perceberam o choque no meu rosto enquanto Simon dizia palavra por palavra, não o queria desrespeitar mas isto virava minha vida de ponta cabeça.

-Talvez (s/n) já tenha a sua tour agendada – Harry tentou amenizar e eu acenei com a cabeça concordando

-Nada que não se possa resolver – Simon sorriu triunfante e nesse momento soube que iria sair em digressão com eles cinco dentro de pouco tempo.


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